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Semana em 1 Minuto #78: Votos para Reforma, G20, Meta da Inflação, e mais!

28 de junho de 2019 PatrimonoPatrimono

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Votos para Reforma, G20, Meta da Inflação, e mais. Confira abaixo essas e outras notícias da semana: 

Política Brasil: Rodrigo Maia conta entre 314 e 320 votos a favor da previdência.

Rodrigo Maia conta algo entre 314 e 320 votos a favor da previdência hoje, podendo chegar a 380 votos. São necessários 308 para aprovar a reforma. O calendário do presidente da Câmara prevê a aprovação no plenário antes do recesso parlamentar, que começa em 18 de julho. No entanto, a votação ainda na comissão especial deve acontecer entre segunda e terça feira da próxima semana.

Maia também prometeu levar a reforma da previdência ao plenário da Câmara até 18 de julho, data do início do recesso parlamentar. Tentando resistir ao protagonismo do Congresso na condução da pauta econômica, Paulo Guedes pede à equipe que prepare medidas para estimular a economia a serem apresentadas após a aprovação da reforma da previdência.

Também nesta semana, a Turma do STF rejeitou por 3×2 liminar que soltaria Lula até que a suspeição de Sergio Moro fosse julgada, algo que está previsto para ocorrer apenas no segundo semestre.

G20 deve discutir guerra comercial.

A cúpula, que começou nesta quinta e dura até sábado, reúne os líderes das maiores economias do mundo em Osaka, Japão. O encontro deve ser marcado por discussões sobre conflitos comerciais globais, especialmente em meio às negociações entre China e Estados Unidos em torno da guerra comercial. As tensões entre EUA e Irã e o acordo entre Mercosul e UE também estão em pauta. Esta é a primeira participação de Jair Bolsonaro na cúpula do G20 como presidente.

EUA: FED sinaliza riscos para a taxa de juros.

O presidente do banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, aumentou as expectativas de redução nas taxas de juros no país. Segundo Powell, existem forças contrárias ao crescimento global, que vem aumentando nos últimos dias em decorrência das tensões entre Estados Unidos e Irã.

Ocorreu uma queda na confiança de empresários e agricultores, em meio às tensões comerciais com a China. Para estimular a economia, as taxas de juros podem ser cortadas pelo banco central, e segundo os comentários de Powell, não é provável que as taxas venham a ser elevadas num futuro próximo.

CMN fixa a meta de inflação de 2022 em 3,5%.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação de 2022 em 3.5%, em linha com o esperado pelo mercado. A margem de tolerância para o cumprimento da meta segue em 1,5p.p., dando ao Banco Central a possibilidade de manter a inflação entre 2,0% e 5,0%.

É possível que o mercado reaja positivamente a essa mudança, uma vez que a decisão pode sinalizar que a autoridade monetária está confiante com o andamento da agenda de reformas estruturais da economia brasileira. No entanto, a mudança da meta não deve mudar a condução de política monetária no curto prazo, uma vez que 2022 está fora do “horizonte relevante” do BC.

Estas foram as principais notícias desta semana.

Ótimo final de semana e até a próxima sexta!

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