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Semana em 1 Minuto #43: Bolsonaro salta nas pesquisas e mercados reagem positivamente; Dívida brasileira chega a 77,3% do PIB; Juros americanos disparam; IPCA de setembro; e mais!

5 de outubro de 2018 PatrimonoPatrimono

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Bolsonaro salta nas pesquisas e mercados reagem positivamente; Dívida brasileira chega a 77,3% do PIB; Juros americanos disparam; IPCA de setembro; e mais. Confira abaixo essas e outras notícias da semana:

 

Política Brasil: Bolsonaro salta para 35% e mercados reagem positivamente – Bolsonaro saltou de 32% para 35% na pesquisa Datafolha de ontem, Haddad foi de 21% para 22%. O crescimento veio dos brancos ou nulos, que oscilaram de 8% para 6% e de Geraldo Alckmin que caiu 1%.

A probabilidade de uma vitória de primeiro turno aumentou, mas o cenário ainda não está definido, e o PT deve intensificar seu ataque até domingo, buscando ida para o segundo turno. A notícia impactou diretamente o mercado.

Os futuros da bolsa sobem 3%, e os 5 nomes que podem se beneficiar e rapidamente convergir para um cenário mais otimista com a eleição do Bolsonaro são Usiminas, Cemig, Petrobras, Banco do Brasil e Localiza, segundo analistas da XP.

 

Dívida brasileira chega a 77,3% do PIB –
Segundo dados do Banco Central, a dívida bruta do país alcançou R$5,22 trilhões no mês passado. O melhor momento da série histórica havia sido em dezembro de 2013, quando o montante correspondia a 51,5% do Produto Interno Bruto brasileiro.

Uma das razões por trás do crescimento do valor é o fato de que os gastos dos governos federais, estaduais e municipais estão superando a arrecadação — o que leva à contração de dívidas para cobrir o rombo. Em agosto, o déficit primário do setor público foi superior a R$16 bilhões.

 

Canadá, EUA e México anunciam acordo para substituir o Nafta –
Após meses de negociação, países comunicam em conjunto a criação do pacto EUA-México-Canadá (USMCA), que “resultará em mercados mais livres, comércio mais seguro e crescimento econômico mais robusto” na região.

O novo pacto deve facilitar os modelos de importação e exportação entre os países, bem como criar regras para serviços financeiros e negócios digitais que não existiam quando o Nafta foi concebido. Em contrapartida, as tarifas dos EUA impostas a importações de aço e alumínio deverão ser discutidas separadamente.

 

Juros americanos disparam, Real deve sofrer como consequência
Dados de atividade e desemprego americano surpreenderam positivamente, enquanto que o presidente do banco central Americano destacou que o panorama para a economia está muito positivo.

Como consequência, os juros de 10 anos americanos atingiram o maior nível desde 2011 nesta semana, e pressionam as moedas de mercados emergentes.

 

Inflação oficial fica em 0,48% em setembro –
Segundo o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,48% em setembro, após ter registrado deflação de 0,09% em agosto. No acumulado de 12 meses, o IPCA sobe para 4,53%, enquanto no ano acumula 3,34%.

 

Petrobras volta a ser empresa mais valiosa do país –
Mesmo com o petróleo em queda no resto do mundo, as ações da estatal subiram 8,67%, a R$22,82, no caso das preferenciais, e 6,74%, a R$25,81, para as ordinárias.

Com a valorização, a Petrobras chegou a R$319,928 bilhões em valor de mercado, referência maior do que Vale (R$318,083 bi), Ambev (R$286,881 bi) e Itaú (R$271,656 bi). Esse, contudo, não é o maior valor de mercado alcançado pela estatal em 2018. Em maio, a companhia chegou a valer R$388,845 bilhões. Os dados são da Economática.

 

Estas foram as principais notícias desta semana.

Ótimo final de semana e até a próxima sexta!


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