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Semana em 1 Minuto #41: Copom mantém Selic em 6,5%; Bolsonaro e Haddad caminham forte para o segundo turno; EUA anuncia tarifas contra China; IBC-Br de julho; e mais!

21 de setembro de 2018 PatrimonoPatrimono

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Copom mantém Selic em 6,5%; Bolsonaro e Haddad caminham forte para o segundo turno; EUA anuncia tarifas contra China; IBC-Br de julho; e mais. Confira abaixo essas e outras notícias da semana:

Cenário de Mercado –
Apesar da escalada na guerra comercial EUA-China, os mercados externos reagiram positivamente ao anuncio de 10% de tarifas (e não 25%) dos EUA contra a China. No doméstico, o cenário Bolsonaro x Haddad no segundo turno é o mais provável, e parte do mercado discute a chance de Bolsonaro ganhar no 1º turno.

É esperada uma boa volatilidade ao longo das próximas semanas com o cenário de segundo turno ainda longe de ser definido, e a rejeição de Bolsonaro agora é o maior desafio para o mercado.

 

Política Brasil: Haddad sobe 11 pontos no Ibope e empata com Bolsonaro em 2º turno –
A pesquisa Ibope divulgada nesta semana trouxe como principal resultado o crescimento de 11 pontos de Haddad (de 8% para 19%), que assume a vice liderança; Bolsonaro, ainda em 1º, oscila dentro da margem de erro de 26% para 28%. Haddad também cresce no cenário de segundo turno contra Bolsonaro, com ambos empatados em 40% agora.

Em um cenário de 2º turno entre os dois, o time político da XP destaca que o PT deve apresentar a ideia de “todos contra o risco à democracia”, enquanto Bolsonaro faria algo como “todos contra a volta do PT”.

 

Copom mantém Selic em 6,5%, como esperado –
Conforme esperado, o BC manteve a taxa Selic em 6,50% na reunião do Copom de ontem. O BC ressaltou que o cenário internacional se mantém desafiador, devido à queda do apetite por emergentes e dos riscos crescentes do comércio internacional.

Na reunião, ressaltaram que o Brasil ainda se encontra em um processo de recuperação econômica, destacando a importância das reformas para a manutenção de juros baixos estruturais na economia.

 

EUA anuncia tarifas contra a China, que reage –
O Presidente Trump anunciou tarifas de 10% sobre US$200 bilhões em bens chineses, e afirmou que pode aumentar para 25% no próximo ano. A China, então, retaliou a decisão dos EUA de impor taxas estabelecendo tarifas de 5-10% sobre 60 bilhões de produtos americanos importados.

​A medida adiciona risco ao crescimento mundial e traz volatilidade aos mercados, as tensões devem continuar elevadas ao longo dos próximos meses.

 

IBC-Br sobe 0,57% em julho –
​O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma “prévia” do PIB, teve expansão de 0,57% em julho, ante junho, na série com ajuste sazonal. Na variação acumulada nos últimos 12 meses, o IBC-Br acelerou de +1,3% em junho para +1,5% em julho. No acumulado do ano registrou alta de 2,6%, acima das medianas da Bloomberg e do Broadcast.

Fatia da Petrobras no mercado de diesel sobe para 92% –
A porcentagem se refere a junho deste ano, segundo um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em janeiro, a participação da estatal era de 63%.

Enquanto competidores acusam a empresa de barrar a concorrência, a estatal afirma que seu predomínio no mercado se deve ao subsídio do governo ao óleo diesel, além de uma “infraestrutura logística eficiente que permite ser mais competitiva que eventuais concorrentes”.

Segundo a ANP, as vendas da Petrobras cresceram quase 68% no primeiro semestre, quatro vezes mais que a média do mercado.

Após rumor de compra pela Natura, ações da Avon sobem 20% –
Nesta semana, o Wall Street Journal publicou em seu site que a Natura recentemente abordou a Avon e propôs uma aquisição. Os mesmos executivos que revelaram a informação também afirmaram que as conversas “não são sérias” e que a empresa americana está focada em se reerguer.

O porta-voz da companhia não comentou sobre o assunto. A Natura, por sua vez, informou em comunicado ao WSJ que “não há negociações em andamento sobre uma possível aquisição”. Apesar da negativa, o rumor fez as ações da Avon saltarem: um papel da empresa, antes negociado por US$ ,089 fechou o dia sendo vendido por US$2,51.

 

Estas foram as principais notícias desta semana.

Ótimo final de semana e até a próxima sexta!


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