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Renda Fixa: a queridinha do mercado

25 de janeiro de 2016 Layon Dalcanali, CFP®Layon Dalcanali, CFP®

O brasileiro investe muito em renda fixa pelo seu baixo risco e diversidade de produtos disponíveis. Para quem não tem pressa e prefere tranquilidade, a renda fixa oferece inúmeras boas opções.

As aplicações favoritas

Não tem como negar: as aplicações em renda fixa são as favoritas do investidor brasileiro. Em 2015, essas aplicações somam quase R$5 trilhões no Brasil, segundo dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Investir em renda fixa significa emprestar dinheiro para alguém, seja um banco, empresa ou até mesmo o governo. Em troca, você recebe uma remuneração (juros) e o capital de volta, dentro do um prazo combinado.

A remuneração dos investimentos de renda fixa pode ser pós-fixada ou pré-fixada:

  • Em títulos pós-fixados, utiliza-se algum indicador de referência como: CDI (Certificado de Depósito Interbancário), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado);
  • Já os títulos pré-fixados não acompanham indicadores de referência e possibilitam ao investidor saber exatamente quanto irá receber de juros no momento da aplicação.

Preste atenção ao prazo de resgate

Um ponto importante é o prazo de resgate. Existem alguns títulos que possuem carência para resgate e outros permitem a retirada dos recursos a qualquer hora. Por isso, é fundamental saber qual é a sua necessidade de resgate antes de realizar qualquer tipo de investimento. Você pode se aproveitar de um prazo maior e obter um retorno maior.

Riscos muito baixos

O risco de aplicações em renda fixa é o de crédito (o banco, empresa ou governo para o qual você emprestou seu dinheiro) não honrar com o pagamento. No caso das instituições financeiras (os bancos), o investidor conta com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), em caso de falência. É possível recuperar os depósitos e investimentos até o limite de R$250 mil por CPF/CNPJ e por instituição financeira.

Produtos como CDB, LCI, LCA e Letras de Câmbio, além da caderneta de poupança, contam com essa proteção. Vale lembrar que se você possui, por exemplo, R$500 mil em um mesmo banco, mesmo distribuídos entre conta corrente, poupança e CDB, só terá proteção até o teto de R$250 mil.

Procure diversificar e você estará fazendo a coisa certa.


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