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Semana em 1 Minuto #42: Reforma da Previdência poderá ser votada ainda este ano; Fed eleva juros nos EUA; Dólar fica abaixo dos R$4; Petrobrás sobe para o segundo lugar entre as empresas brasileiras mais valiosas na Bolsa; e mais.

28 de setembro de 2018 PatrimonoPatrimono

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Reforma da Previdência poderá ser votada ainda este ano; Fed eleva juros nos EUA; Dólar fica abaixo dos R$4; Petrobrás sobe para o segundo lugar entre as empresas brasileiras mais valiosas na Bolsa; e mais. Confira abaixo essas e outras notícias da semana:

Política Brasil: No Ibope, Bolsonaro piora nas pesquisas de 2º turno –
A pesquisa Ibope mostra piora de Bolsonaro em todos os cenários de segundo turno, incluindo contra Haddad, que está com 43% contra 37%, ante empate em 40% na semana passada.

O movimento acompanha melhora do petista no primeiro turno, que saltou de 19% para 22%, e de estabilidade do Bolsonaro em 28%. Quanto à rejeição, a de Bolsonaro subiu de 42% para 46%, enquanto a de Haddad passou de 29% para 30%.

 

Temer fala em suspender intervenção no rio para votar previdência –
Segundo Valor Econômico, em entrevista exclusiva à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o presidente Temer falou em suspender a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro para votar a reforma da previdência.

De acordo com Temer, a decisão vai depender de conversações entre o 1º e 2º turno das eleições (7 e 28 de Outubro) e da vontade de seu sucessor.

 

Fed eleva juros e sinaliza fim da flexibilização monetária –
O Banco Central dos EUA elevou a taxa de juros em 0,25 ponto percentual, para um intervalo de 2,00 a 2,25%, como esperado. No comunicado, retirou menções sobre flexibilização monetária, sinal que a política está seguindo para aperto monetário. ​O Fed ainda prevê mais um aumento de juros nesse ano, e 3 aumentos em 2019.

Ademais, as projeções do PIB de 2018 subiram de 2,8% para 3,1%, mostrando que a economia vem com mais força devido ao impulso fiscal e ao mercado de trabalho.

 

Após mais de um mês, dólar fecha abaixo de R$4 –
O ambiente econômico externo mais favorável somado a percepção de que o segundo turno da eleição presidencial já está definido entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) levaram o dólar a fechar em R$ 3,99. Trata-se de uma queda de 0,92%, com mínima registrado pela manhã de R$ 3,96.

A disparada das ações da Petrobras e o apetite renovado de estrangeiros ao risco para operar na Ibovespa também contribuíram para o cenário. “(Definição eleitoral) proporciona mais calma no ambiente político. E hoje houve um fluxo estrangeiro positivo. Fluxo positivo em calmaria derruba o dólar”, afirmou o diretor da Correparti, Jefferson Rugik, ao Estadão.

 

Índice de produção sobe para 54,1 pontos em agosto –
A produção na indústria brasileira voltou a aumentar em agosto, de acordo com sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em uma escala na qual valores acima dos 50 pontos significam crescimento, o desempenho do setor alcançou 54,1 pontos, superior aos 52,2 pontos de julho.

 

O IGP-M de setembro teve expansão de 1,5% –
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pela FGV, avançou 1,5% em setembro, na comparação com a alta de 0,7% registrada em agosto. O resultado veio em linha com as expectativas de projeção do Broadcast, que tinham mediana de 1,45%. O principal fator de sustentação do IGP-M passou a ser o câmbio, com a desvalorização do real ante o dólar.

 

Petrobras recupera US$300 bi em valor de mercado, afirma presidente –
Após acordo fechado entre a estatal e as autoridades americanas para o fim das investigações da empresa nos Estados Unidos, os papéis da Petrobras tiveram alta de mais de 6% das ações preferenciais (PN) e de 4,9% dos papéis ordinários (ON).

O fenômeno fez a estatal atingir US$306 bilhões em valor de mercado e substituir a Ambev como a segunda maior empresa brasileira na Bolsa. A agência de classificação de risco Moody’s avaliou que a quantia envolvida no acordo – US$853 milhões – foi “significativamente” menor do que o esperado, o que é positivo para a estatal. Desde maio de 2016, o valor de mercado da Petrobras subiu 157%.


Embraer e Boeing acertam data para conclusão de acordo –
A informação está em um memorando de entendimentos das empresas: até o dia 5 de dezembro, as companhias desejam concluir todo o processo de criação da nova joint venture, que vai controlar a divisão de aviação comercial da fabricante brasileira de aeronaves.

Até lá, Boeing e Embraer esperam ter sinal verde sobre o negócio nos respectivos conselhos de administração, realizar o anúncio oficial com detalhes da operação e dar entrada com os documentos nas autoridades concorrenciais competentes. A ideia é evitar o risco de a aprovação ser deixada para 2019 e ficar para algum governo que ofereça resistência ao acordo.

 

Estas foram as principais notícias desta semana.

Ótimo final de semana e até a próxima sexta!

 


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